0 Você conhece a Posé? Fique linda e lisa nessa temporada de praias, saiba o que observar na hora da depilação






Nada pior do que deixar de usar um biquíni por falta de depilação! Talvez, mais chato  ainda, colocar o biquíni e na borda da piscina perceber que ficaram alguns pelos por retirar. Situação muito comum para quem opta pelo estojo de barbear e, às vezes, faz a depilação às pressas. E se, por acaso, você se identificou, não se preocupe. Quase todo mundo tem uma história pra contar sobre a retirada dos pelos. Algumas mulheres têm causos de contar e dar risadas com as amigas, outras levam o assunto muito a sério como é o caso da dupla de empresárias Claudia Vobeto e Karla Lima.


As duas passaram por enorme desconforto no início da idade adulta com depiladoras mal preparadas para o atendimento. Foi essa situação que as uniu. Claudia conta que passou por procedimentos que a faziam sentir muita dor e por isso tinha muita resistência às sessões de depilação. “Antes, eu sentia vergonha de falar sobre o assunto porque era muito sofrido. E um dia conversando com uma colega de trabalho ela confidenciou que também viveu situação parecida com a minha,” diz a empresária. Essa amiga é Karla Lima, hoje sua sócia na franquia especializada em depilação com cera Posé Beleza Expressa.


De executivas de uma multinacional do segmento de telecomunicações, tornaram-se pesquisadoras de métodos de depilação menos doloridos. “Estudamos durante três anos aqui no Brasil e no exterior. Nossa meta era alcançar uma técnica de depilação eficaz e que não causasse sofrimento às pessoas, principalmente as mulheres”, explica Karla Lima. Desenvolveram uma técnica de depilação própria e também investiram na  formulação de uma cera especial a base de Mel, Camomila e Cera de Abelha. “A cera foi desenvolvida para ter efeito calmante e hidratante para a pele do corpo”, conta a depiladora da Posé Beleza, Poliana Cristina Sousa. Há também diferencias na técnica de retirada, que dispensa o uso de acessórios. Ao ser aplicada a cera seca rapidamente e, ao ser puxada, retira junto os pelos. “A cera não gruda na pele, e sim no pelo. Além de diminuir a dor do procedimento, evita resíduos no corpo”, explica.


Outro cuidado essencial que a franquia adotou foi o uso de material descartável para todo o procedimento. Em cada atendimento é entregue um kit individual e descartável para a cliente contendo luvas, palito para manusear a cera e pinça para ser usado no procedimento pela profissional Posé.


A psicóloga Alianza Gouveia, de 38 anos, aposentou a lâmina depois de conhecer a franquia. “Sempre usei a lâmina de barbear porque, além da dor, nunca achei muito higiênico depilar em salões comuns.” Ela explica que conheceu a técnica por meio da indicação de uma cunhada, que é adepta da cera. “Fui com muito receio, mas mudei de impressão depois da primeira depilação. Fiz perna, axila e sobrancelha. Além de não sentir dor, fiquei satisfeita com a higiene do local”, conta.  Alianza deixou de fazer parte da estatística nacional de que 70% das mulheres ainda usam a lâmina para retirar os pelos.



O que observar na hora do procedimento


Para a depiladora Poliana Cristina Sousa, o segredo de uma depilação perfeita começa pela hidratação da pele. “Se for uma pele bem cuidada, a facilidade para a extração dos pelos é maior,” conta.

Outro detalhe que faz toda a diferença segundo ela é a limpeza da pele na hora da depilação. O ideal é que a cliente não use creme hidratante no dia do procedimento.


Poliana conta que o treinamento da depiladora e a técnica utilizada faz toda a diferença. “É melhor aplicar uma camada mais fina de cera na pele. Quanto mais uniforme, melhor.”


O ideal de acordo com a depiladora é que o pelo seja retirado a partir de 10 dias após o início do crescimento na parte externa a pele. A técnica desenvolvida pela Posé retira até os pelos mais curtinhos, facilitando a retirada e reduzindo a dor.


A qualidade do material usado no processo de depilação deve ser observada pelo cliente e, nesse sentido, a profissional é enfática: a cera nunca pode ser reaproveitada, é prejudicial à saúde e não é higiênico. O consumidor deve ficar atento. Poliana ensina que, quando a cera é reaproveitada, fica com uma cor escura e mais pesada que o comum - diferente da cera nova que tem tons de mel. Outro indicativo de que a cera pode estar sendo reaproveitada é a temperatura, que normalmente deve estar em aproximadamente 45 graus. “Quando a cera é reaproveitada, ela retém mais calor para ficar no ponto ideal por isso tende a ficar em temperatura mais alta”, explica.


Na opinião da profissional, o ideal é que o consumidor fuja de locais que utilizam tecidos para retirar o pelo. O uso de material descartável no procedimento é essencial, principalmente de partes íntimas para evitar qualquer tipo de contágio tanto para o cliente quanto para a depiladora. “O correto é usar luvas, máscaras e todo material que encosta no cliente deve ser descartável, inclusive pinças. Assim fazemos aqui na Posé”, diz.


Dermatologista orienta cuidados na depilação


A higiene no procedimento e no local usado para retirada dos pelos é fundamental, como afirma a dermatologista Luciana Costa. Ela explica que retirar os pelos de algumas partes do corpo não faz mal, pode ser feito tranquilamente. “Mas é preciso observar alguns cuidados em relação ao procedimento que também está relacionado à saúde”, diz a médica. Para ela, é importante que a depiladora escolha a técnica mais adequada para cada parte do corpo, isso para que não ocorra nenhum tipo de lesão na pele de quem está sendo depilado.

A dermatologista alerta ainda para o perigo do uso de ceras caseiras. “Algumas pessoas usam ceras à base de limão. É importante saber que, se não for bem preparado, esse produto pode causar lesões como a fitofotodermatose – que são aquelas queimaduras que aparecem na pele quando em contato com o Sol”, anuncia a médica especializada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Outro cuidado que se deve ter é com o aparecimento de foliculite, ou seja, a inflamação causada por fungos e bactérias. Para evitar problemas como esse, a dermatologista orienta para o uso de material descartável e que estejam sempre bem acondicionados. Nesse sentido, as ceras caseiras representam um risco a mais, pois não se sabe como foi o processo de preparação e condicionamento da mesma.

Ainda de acordo com a profissional, em alguns casos as ceras caseiras podem acumular bactérias e fungos. “E se o material não for de qualidade, muitas vezes a depiladora precisa aplicar e puxar o produto muitas vezes no mesmo local causando lesões na pele” explica a médica dermatologista. (Reportagem: Luciana Rolim)

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